sábado, 12 de fevereiro de 2011

Internet e Inteligência Coletiva

Não podemos nos colocar contra ou a favor das tecnologias e em particular da internet, pois as conseqüências desta na vida das pessoas dependem de intenção de quem a utiliza e para que fins é aproveitada. A internet favorece várias possibilidades, Levy (1993. p.7), pensa a internet como “...a possibilidade de uma Inteligência Coletiva, que se constrói no ambiente de rede, mediante uma necessidade pontual dos seres humanos, que intercambiam os saberes, trocando e construindo novos saberes”. A Inteligência Coletiva é construída pela aprendizagem colaborativa, que acontece em ambientes virtuais e/ ou presenciais, para valente (2006, p. 6), a colaboração “... favorece o trabalho e a interação em um grupo para a compreensão e resolução de problemas, proporcionando não apenas o desenvolvimento cognitivo, mas também as relações sociais”. As redes de comunicação devem ser vistas como fonte de pesquisas, que possibilitas descobertas e redescobertas, experiências individuas e coletivas, assim as pessoas atualizam seus conhecimentos, organizam e modificam sua maneira de pensar e agir, pois na era tecnológica os sujeitos precisa adquirir novas competências e novos saberes. Se a internet for usada da forma descrita acima certamente terá influencia positiva na vida das pessoas.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Alguns problemas no uso da Internet na escola


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Nas salas de aula tradicionais, as pessoas se vêem, sorriem e comunicam-se pela linguagem do corpo, ações e intenções, pois os alunos vivem sempre próximos, e isso fortalece os laços de amizade, afeto e cumplicidade, que ocorrem principalmente em ambientes presencias, e são indispensáveis para a ação e formação do cidadão.
Nos espaços virtuais, muitas vezes não há essa inter-relação, o estudante encontra-se sozinho diante da maquina, a comunicação acontece, quase sempre por meio de textos e imagens. As condições étnicas, culturais, sociais, aspectos físicos, expressões faciais, fala, etc. dos alunos são irrelevantes, visto que a aprendizagem nos espaços virtuais é baseada praticamente na expressão escrita.
Os ambientes virtuais não devem ser vistos como os únicos geradores de conhecimento e aprendizagem, a Internet pode ajudar, mas para tanto é necessário saber gerenciá-la e torná-la algo significativo, que tenha sentido para a vida. Precisamos perceber onde está o essencial na internet, e entendê-la como possibilidade para propiciar melhoria no ensino tradicional e presencial.
Em um trabalho didático mediado pela internet, é aconselhável que se selecione as paginas e endereços que vão ser explorados, para que o educando centre sua atenção em inforrnações que auxiliem a aprendizagem.

As TIC e as escolas




Tecnologias são todos os instrumentos que nos ajudam a realizar o que precisamos. Na educação, elas atuam como ferramentas que auxiliam no processo de aprender e a ensinar: a voz, a linguagem, o quadro, o giz, os livros, os jornais, a TV, o computador, a Internet.
As tecnologias permitem que o foco da escola não seja transmitir informações, mas orientar processos de aprendizagem, possibilitando a aprendizagem em qualquer lugar e a qualquer hora; permitindo a flexibilização dos processos de ensinar e de aprender, abrindo as escolas para o mundo e trazendo o mundo para as escolas, em tempo real.
Atualmente, algumas escolas ainda não estão sem acesso as TIC e por isso, são consideradas escolas incompletas. Assim, esses alunos sem acesso contínuo às redes digitais na escola, estão excluídos da possibilidade de aprendizagem, a partir da interação; do acesso à informação variada e disponível on-line, da pesquisa rápida em bases de dados, bibliotecas digitais, portais educacionais; da participação em comunidades de interesse, nos debates e publicações on-line, em fim, da variada oferta de serviços digitais.

O uso das TIC na educação




A educação é uma rede que inclui a escola, mas não se encerra nela. A rede que educa é mais ampla, salta os muros da escola e vai à rua, às casas das pessoas, passam pela TV, rádio, jornais, jogos chegando até o educando. Para atender essas demandas da contemporaneidade, faz-se necessário, portanto, uma escola que possibilite a pesquisa, a produção de conhecimento, a comunicação e a troca de informação nas redes.
A presença das TIC – tecnologias da informação e comunicação na escola modificam o que podemos fazer e cria novas possibilidades. Elas são ferramentas da rede que modificam o que e como se produz na escola. As TIC, quando utilizadas para que educandos e educadores interfiram na produção uns dos outros, têm papel de facilitar a comunicação na rede, possibilitando a construção coletiva do conhecimento.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Internet - desafios e possibilidades na contemporaneidade

A indústria cultural, aliada aos gigantes das telecomunicações não querem o compartilhamento e o anonimato na rede, porque essas práticas sociotécnicas dificultam e desmancham suas formas de concentrar riqueza e poder.

Na sociedade hiperconectada, a cultura vive as possibilidades da colaboração em torno do compartilhamento do conhecimento e, simultaneamente, dos conflitos gerados a partir de discussões. A necessária expansão das redes se choca com os modelos de reprodução dos saberes e a própria educação. Para que haja aprendizado, faz-se necessário que o sujeito explore as redes de saberes para a produção de conhecimento. Assim, discute-se uma estreita relação entre a educação e as tecnologias da informação e comunicação, atendendo as novas exigências na contemporaneidade que é a formação política do indivíduo.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Vantagens da aprendizagem via Internet

A Internet é uma nova modalidade comunicacional, que possibilita caminhos e aprendizagens distintas, pois existe uma rede que oferece fontes inesgotáveis de informações, onde os conhecimentos podem ser re(construídos) constantemente. A Internet implica uma possibilidade de novas formas de ensinar e de aprender, ela pode promover um outro modelo de educação desvinculada da abordagem pedagógica tradicional, pautada na transmissão/ reprodução, no ensinar/ aprender, certo/ errado, professor/ aluno, ou seja, a aprendizagem não acontece mais numa estrutura vertical, mas numa estrutura horizontal em rede, onde cada nó é, ao mesmo tempo centro e não centro de acordo com a percepção de cada individuo inserido nessa teia de conhecimento.

A Internet potencializa aprendizagens particulares, sem temporalidade e espacialidade pré estabelecidas, o sujeito pode transitar quando quiser e onde desejar, enfim ele é responsável pela própria aprendizagem.

Internet - um pouco de história


A Internet está tendo um crescimento exponencial, e vem sendo usada de forma acentuada como ferramenta que propicia o ensino e a aprendizagem. Diante de seu crescimento, faz-se necessário discutir seu histórico para entender seu percurso e finalidades.

A Internet nasceu em 1969. Chamava-se ARPANET, como um projeto do Departamento of Defesa (Ministério de Defesa) dos EUA, tinha por finalidade interligar os computadores utilizados em centros de investigações com fins militares. Até os anos 70 a ARPANET, continuava a ser estritamente controlada pelos militares. Foi no inicio dos ano 80, com a adoção dos protocolos TCP/ IP na ARTANET ( que separou os componentes estritamente militares, formando a MILNET) , a criação de CSNET ( Computer Science Network) e sua ligação à ARPANET, que surgiu a verdadeira Internet.

Ao decorrer da década de 80, houve um crescimento da Internet, tornando necessário a existência e funcionamento de estruturas e redes cada vez maiores.

A história da Internet no Brasil começou bem mais tarde, só em 1991 com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), uma operação acadêmica subordinada ao MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia). Inicialmente, no Brasil, o acesso à Internet era restrito a pequenos grupos, dentre eles professores, estudantes e funcionários de universidades e instituições de pesquisa. Em adição, instituições governamentais e privadas também obtiveram acesso devido a colaborações acadêmicas e atividades não-comerciais.

A partir de 1995, surgiu a oportunidade para que usuários fora das instituições acadêmicas também obtivessem acesso à Internet e que a iniciativa privada viesse a fornecer esse serviço. Isto significa que haverá cada vez mais computadores brasileiros, fora das instituições de ensino, ligados à Internet, e que um vasto leque de aplicações surgirá a curto prazo.